Sábado acordei com o tempo horroroso e, juro, quase desisti de pegar o kit para a corrida do domingo. Na esperança de que o tempo melhorasse, encarei a chuvarada e fui até o Jockey. Sucesso! O day care foi super organizado, o kit é fofo e a motivação para participar da prova renasceu das cinzas.
Domingão, 5h, acordei e fui para o Jockey. Peguei o chip e, às 7h40 já estava aguardando a largada.
Fiquei muito tempo sem treinar e, sinceramente, achei que não correria os 10 Km. Ainda mais depois que o sol apareceu. Mas os primeiros quilômetros foram tranquilos e me animei para completar o percurso.
Os primeiros 6 Km foram no asfalto da Lineu de Paula Machado e um pedaço no estacionamento do Jockey. Já o trecho seguinte foi na pista das corridas, ou seja, corremos onde os cavalos correm. A pista era de areia, choveu muito no dia anterior e a partir do Km 7 muitas mulheres já estavam caminhando. Resultado: muitos escorregões e cuidados redobrados para não se machucar.
No último quilômetro passamos pelo estábulo e o cheiro de cocô de cavalo dominou. Como faltava pouco, o jeito foi fingir que nada acontecia e manter o foco.
Cheguei, correndo o tempo todo, em 1h11min10s. Não foi um tempo bom, mas eu gostei do resultado por ter ficado sem treinar, por ter corrido na areia e por ter perdido calorias suficientes para poder aproveitar o aniversário da Juju sem culpa!
8 de mar. de 2010
3 de mar. de 2010
Coldplay, Cold Night
Três meses de expectativa para ver a terceira melhor banda do mundo. Numa noite fria de março (?) eu estava no Morumbi para assistir ao show do Coldplay.
Cheguei no final do show de abertura e achei o som meio estranho. Não por Bat for Lashes, mas pela acústica abafada e baixa da música. Deveria ter previsto que o show seria frio, como o nome da banda.
Enfim, às 21h45 eles entram. O estádio se anima ao som de Life in Technicolor. Mas logo percebemos que o som era aquele mesmo, na altura de um som ambiente na sala de espera do dentista. Isso fez com que a revolta começasse na arquibancada.
Até decifrarmos que Clocks havia começado, o povo da pista já estava pulando. Yellow foi perceptível porque balões amarelos se espalharam pelo público. Neste momento conseguimos acompanhar a plateia, mas não os músicos.
Numa comunidade do Orkut haviam combinado de cantar Happy Birthday para Chris Martin, o aniversariante da noite. Isso seria após In My Place... mas não vingou. No meio do show o baterista nos deu uma mãozinha e puxou um Parabéns pra Você, no bom português, que deve ter deixado o vocalista emocionado.
Lovers in Japan e a chuva de papéis em forma de borboleta foi um momento muito legal, assim como os fogos no final do show. Dos momentos bacanas, lembro de Viva la Vida, Fix You e Life in Technicolor II, que fechou o show.
Fiquei muito decepcionada com o som. Investi um bom dinheiro para ver Coldplay e fechar minha trilogia predileta (U2, Pearl Jam e Coldplay). Espero ter a oportunidade de assistir de novo, desta vez na pista.
O inesperado frio do verão e o triste frio do show deixaram o povo da arquibancada desanimado. Mas valeu a pena participar do coro do Parabéns pra Você. De longe, a melhor parte do show.
Cheguei no final do show de abertura e achei o som meio estranho. Não por Bat for Lashes, mas pela acústica abafada e baixa da música. Deveria ter previsto que o show seria frio, como o nome da banda.
Enfim, às 21h45 eles entram. O estádio se anima ao som de Life in Technicolor. Mas logo percebemos que o som era aquele mesmo, na altura de um som ambiente na sala de espera do dentista. Isso fez com que a revolta começasse na arquibancada.
Até decifrarmos que Clocks havia começado, o povo da pista já estava pulando. Yellow foi perceptível porque balões amarelos se espalharam pelo público. Neste momento conseguimos acompanhar a plateia, mas não os músicos.
Numa comunidade do Orkut haviam combinado de cantar Happy Birthday para Chris Martin, o aniversariante da noite. Isso seria após In My Place... mas não vingou. No meio do show o baterista nos deu uma mãozinha e puxou um Parabéns pra Você, no bom português, que deve ter deixado o vocalista emocionado.
Lovers in Japan e a chuva de papéis em forma de borboleta foi um momento muito legal, assim como os fogos no final do show. Dos momentos bacanas, lembro de Viva la Vida, Fix You e Life in Technicolor II, que fechou o show.
Fiquei muito decepcionada com o som. Investi um bom dinheiro para ver Coldplay e fechar minha trilogia predileta (U2, Pearl Jam e Coldplay). Espero ter a oportunidade de assistir de novo, desta vez na pista.
O inesperado frio do verão e o triste frio do show deixaram o povo da arquibancada desanimado. Mas valeu a pena participar do coro do Parabéns pra Você. De longe, a melhor parte do show.
21 de fev. de 2010
Idas e Vindas do Amor
Era de se esperar que o filme fosse fofinho. Afinal, um nome bonitinho (mesmo que em português não tenha nada a ver com Valentine´s Day) e um elenco lindo poderiam gerar 2 horas de suspiros e entretenimento garantidos. E geraram mesmo!
O florista romântico, lindo e totalmente em extinção, pede a namorada em casamento. A pamonha diz sim e depois volta atrás! Quantas mulheres no mundo não gostariam de estar no lugar da infeliz? Quantas?
Um menininho fofo, apaixonado e que envia flores para a amada. Um casal de velhinhos onde o marido descobre uma mentira sobre a mulher 50 anos depois, mas que a perdoa. Uma moça que tem um segundo emprego estranho, mas que se dá bem com um namorado compreensivo... e fofo!
Amor adolescente retratado pelos Taylors (Lautner "Jacob Black" e Swift), com a cara exata da que vivemos quando tínhamos 17/18 anos.
Quase todos os homens são fofos... exceto o médico casado que mantém a amante com promessas de namorado. Este retrata bem o típico safado, que existe aos montes por aí.
Muito parecido com Simplesmente Amor e Ele Simplesmente Não Está a Fim de Você, Idas e Vindas do Amor é um filme interessante por retratar várias formas de amor, de esperança e de frustração, raiva e desentendimentos. Todos os ingredientes presentes em nossos relacionamentos atuais.
O florista romântico, lindo e totalmente em extinção, pede a namorada em casamento. A pamonha diz sim e depois volta atrás! Quantas mulheres no mundo não gostariam de estar no lugar da infeliz? Quantas?
Um menininho fofo, apaixonado e que envia flores para a amada. Um casal de velhinhos onde o marido descobre uma mentira sobre a mulher 50 anos depois, mas que a perdoa. Uma moça que tem um segundo emprego estranho, mas que se dá bem com um namorado compreensivo... e fofo!
Amor adolescente retratado pelos Taylors (Lautner "Jacob Black" e Swift), com a cara exata da que vivemos quando tínhamos 17/18 anos.
Quase todos os homens são fofos... exceto o médico casado que mantém a amante com promessas de namorado. Este retrata bem o típico safado, que existe aos montes por aí.
Muito parecido com Simplesmente Amor e Ele Simplesmente Não Está a Fim de Você, Idas e Vindas do Amor é um filme interessante por retratar várias formas de amor, de esperança e de frustração, raiva e desentendimentos. Todos os ingredientes presentes em nossos relacionamentos atuais.
13 de fev. de 2010
Invictus
Invictus é um filme delicado. Direção delicada de Clint Eastwood. Tema delicado como o racismo inverso do que conhecemos: os negros contra os brancos. Atuação delicada de Morgan Freeman, o clone de Nelson Mandela com muitos centímetros de altura (de verdade, não lembrava que Freeman era tão alto). Matt Damon delicado para um jogador de Rugby, mas fantástico como capitão de um time desacreditado.
Toda essa delicadeza faz de Invictus um filme muito bom. A superação dos quase 30 anos de prisão traduzida por um poema, o do título, que termina com "Eu sou o dono e senhor do meu destino / eu sou o comandante de minha alma". A superação de um time que era odiado pelos negros e amado pelos brancos. Estes, por mais que gostassem do time, não tinham esperanças de ganhar qualquer coisa.
O incentivo do presidente, a união da torcida, a força do capitão... tudo isso significa que o time pode se superar? No caso, sim! E é muito bom saber que é uma história real, sem balelas como muitos filmes sobre times que assistimos por aí.
Mandela vestindo o uniforme do time não seria nada demais, já que Lula também faria isso. Mas esse gesto na África do Sul de 1995 significava que o país tentava falar a mesma língua, a começar pelo homem mais importante: negro e ex-presidiário, sem família e um pouco teimoso!
Vale a pena assistir. E refletir: se Bafana Bafana, a seleção de futebol da África do Sul, quiser se inspirar em Invictus, nosso hexa deve ficar para 2014!
Toda essa delicadeza faz de Invictus um filme muito bom. A superação dos quase 30 anos de prisão traduzida por um poema, o do título, que termina com "Eu sou o dono e senhor do meu destino / eu sou o comandante de minha alma". A superação de um time que era odiado pelos negros e amado pelos brancos. Estes, por mais que gostassem do time, não tinham esperanças de ganhar qualquer coisa.
O incentivo do presidente, a união da torcida, a força do capitão... tudo isso significa que o time pode se superar? No caso, sim! E é muito bom saber que é uma história real, sem balelas como muitos filmes sobre times que assistimos por aí.
Mandela vestindo o uniforme do time não seria nada demais, já que Lula também faria isso. Mas esse gesto na África do Sul de 1995 significava que o país tentava falar a mesma língua, a começar pelo homem mais importante: negro e ex-presidiário, sem família e um pouco teimoso!
Vale a pena assistir. E refletir: se Bafana Bafana, a seleção de futebol da África do Sul, quiser se inspirar em Invictus, nosso hexa deve ficar para 2014!
9 de fev. de 2010
Casamento carioca
Neste final de semana eu estive no Hell de Janeiro, para o casamento do Solrac e da Paty.
Choveu tanto na sexta, aqui em Sampa, que cheguei no Rio ainda com a barra da calça molhada. Mas foi só descer do avião que já percebi que a secagem seria rápida. Uma brisa muito quente me recebeu de braços abertos, como o Cristo Redentor.
Barra da Tijuca, longe pra caramba do aeroporto. Fico impressionada com a simplicidade do 'pegue a linha amarela', sem farol pra congestionar o trânsito, mas com motoristas bizarros. Acho que nunca vi tantos barbeiros por metro quadrado. E isso não sou eu quem diz não! O próprio taxista lançou essa teoria.
A funilaria e pintura para o casamento foi feita sob 40 graus. Felizmente todos os salões de beleza do Rio têm ar condicionado, mas só de atravessar a rua eu já estava derretendo.
Fiquei com dó dos meninos: como usar um terno debaixo daquele calor? O casamento foi 19h30, ainda claro, ainda muito quente!
A festa foi num ambiente aberto e os noivos pensaram até nas moças calorentas: a distribuição dos leques foi fundamental! A cerveja gelada também!
Na festa, músicas tradicionais: Besame Mucho e Cia Ltda. Depois, os poperôs do momento, algumas músicas anos 90 e... funk! Era previsto, né? Paulista se acaba de dançar nessas horas, pra mostrar que também sabe rebolar (difícil foi fazer isso de vestido). Em seguida, uma (eu disse UMA) música sertaneja, só pra dizer que tocou. Um forrózinho pra ver se algum casal se manifestava e samba! Aí sim, verdadeiro casamento carioca!
Saímos de lá no final da festa e comentamos sobre o casamento. Tudo foi ótimo, tudo mesmo!
No domingo,coragem pra acordar cedo e aproveitar a praia. Um dia lindo de sol e mar... e de volta pra SP.
O Rio é lindo, é legal, é quente, é simpático e tals. Mas Sampa é Sampa, meu. Não tem comparação!
Choveu tanto na sexta, aqui em Sampa, que cheguei no Rio ainda com a barra da calça molhada. Mas foi só descer do avião que já percebi que a secagem seria rápida. Uma brisa muito quente me recebeu de braços abertos, como o Cristo Redentor.
Barra da Tijuca, longe pra caramba do aeroporto. Fico impressionada com a simplicidade do 'pegue a linha amarela', sem farol pra congestionar o trânsito, mas com motoristas bizarros. Acho que nunca vi tantos barbeiros por metro quadrado. E isso não sou eu quem diz não! O próprio taxista lançou essa teoria.
A funilaria e pintura para o casamento foi feita sob 40 graus. Felizmente todos os salões de beleza do Rio têm ar condicionado, mas só de atravessar a rua eu já estava derretendo.
Fiquei com dó dos meninos: como usar um terno debaixo daquele calor? O casamento foi 19h30, ainda claro, ainda muito quente!
A festa foi num ambiente aberto e os noivos pensaram até nas moças calorentas: a distribuição dos leques foi fundamental! A cerveja gelada também!
Na festa, músicas tradicionais: Besame Mucho e Cia Ltda. Depois, os poperôs do momento, algumas músicas anos 90 e... funk! Era previsto, né? Paulista se acaba de dançar nessas horas, pra mostrar que também sabe rebolar (difícil foi fazer isso de vestido). Em seguida, uma (eu disse UMA) música sertaneja, só pra dizer que tocou. Um forrózinho pra ver se algum casal se manifestava e samba! Aí sim, verdadeiro casamento carioca!
Saímos de lá no final da festa e comentamos sobre o casamento. Tudo foi ótimo, tudo mesmo!
No domingo,coragem pra acordar cedo e aproveitar a praia. Um dia lindo de sol e mar... e de volta pra SP.
O Rio é lindo, é legal, é quente, é simpático e tals. Mas Sampa é Sampa, meu. Não tem comparação!
24 de jan. de 2010
O Símbolo Perdido
Desta vez eu demorei um mês para terminar um livro de Dan Brown. Tudo bem que o Natal, o Reveillon e as mini-férias estiveram no meio do caminho, mas eu também não estava tão empolgada como costumo ficar quando leio algo deste autor.
Ainda acho Anjos e Demônios melhor e, em relação a O Código da Vinci, prefiro não comparar (este foi o primeiro e o que me levou a mais questionamentos).
Gostei muito de saber mais sobre Maçonaria. Sempre tive muita curiosidade e medo, além de ser um tema com poucas explicações para quem não é da irmandade e, principalmente, mulher. Eu não fazia ideia dos rituais para subir de grau e nem que tantos monumentos são inspirados na fancomaçonaria. Mas não fiquei surpresa com o número de homens influentes que faziam parte da irmandade. Sempre li que os maçons são homens ricos e sábios, e que são muito unidos. Sempre oferecem ajuda aos irmãos quando estes estão com problemas.
Foi uma leitura muito ilustrativa, mesmo que tenha chegado ao final sem acreditar em muita coisa. De qualquer forma, Dan Brown conseguiu fazer o que sempre fez comigo: criar um ciclo de reflexão e questionamentos.
O próximo livro é de Saramago. Será o primeiro dele. Espero gostar!
Ainda acho Anjos e Demônios melhor e, em relação a O Código da Vinci, prefiro não comparar (este foi o primeiro e o que me levou a mais questionamentos).
Gostei muito de saber mais sobre Maçonaria. Sempre tive muita curiosidade e medo, além de ser um tema com poucas explicações para quem não é da irmandade e, principalmente, mulher. Eu não fazia ideia dos rituais para subir de grau e nem que tantos monumentos são inspirados na fancomaçonaria. Mas não fiquei surpresa com o número de homens influentes que faziam parte da irmandade. Sempre li que os maçons são homens ricos e sábios, e que são muito unidos. Sempre oferecem ajuda aos irmãos quando estes estão com problemas.
Foi uma leitura muito ilustrativa, mesmo que tenha chegado ao final sem acreditar em muita coisa. De qualquer forma, Dan Brown conseguiu fazer o que sempre fez comigo: criar um ciclo de reflexão e questionamentos.
O próximo livro é de Saramago. Será o primeiro dele. Espero gostar!
Muita ação e pouca dedução
Acabo de assistir Sherlock Holmes.
Apesar de acontecer duas interrupções por queda de energia (uma com 10 minutos de duração e outra com 15 minutos), consegui assistir até o final.
Bem, vi muitas explosões, vi um Watson mais ativo do que eu esperava, vi um Sherlock Holmes meio porquinho. Tudo um pouco diferente do que sempre imaginei nos livros de Arthur Conan Doyle.
Todas as deduções ficaram em segundo plano. E isso, para mim, sempre foi o que de melhor Holmes sabe fazer. Ainda assim, foi fascinante acompanhar estas poucas deduções e também Robert Downey Jr, com sua eterna cara de psicopata.
Filme bom pra quem gosta de ação e mistério. Filme mediano para quem gosta de Sherlock Holmes. Filme ruim para quem resolveu encarar o cinema em mais um dos intermináveis dias de chuva de São Paulo.
Apesar de acontecer duas interrupções por queda de energia (uma com 10 minutos de duração e outra com 15 minutos), consegui assistir até o final.
Bem, vi muitas explosões, vi um Watson mais ativo do que eu esperava, vi um Sherlock Holmes meio porquinho. Tudo um pouco diferente do que sempre imaginei nos livros de Arthur Conan Doyle.
Todas as deduções ficaram em segundo plano. E isso, para mim, sempre foi o que de melhor Holmes sabe fazer. Ainda assim, foi fascinante acompanhar estas poucas deduções e também Robert Downey Jr, com sua eterna cara de psicopata.
Filme bom pra quem gosta de ação e mistério. Filme mediano para quem gosta de Sherlock Holmes. Filme ruim para quem resolveu encarar o cinema em mais um dos intermináveis dias de chuva de São Paulo.
18 de jan. de 2010
Show do Coldplay
Morumbi, São Paulo - 02 de março
O provável set list:
Life in Technicolor
Violet Hill
Clocks
In My Place
Yellow
Glass of Water
Cemeteries Of London
42
Fix You
Strawberry Swing
God Put a Smile upon Your Face
Talk
The Hardest Part
Postcards From Far Away
Viva la Vida
Lost!
Speed of Sound
Death Will Never Conquer
I'm A Believer
Politik
Lovers in Japan
Death And All His Friends
The Scientist
Bem, esta lista se repetiu na maior parte dos shows da Viva la Vida Tour 2009. Acredito que seja a base para os shows no Brasil.
O provável set list:
Life in Technicolor
Violet Hill
Clocks
In My Place
Yellow
Glass of Water
Cemeteries Of London
42
Fix You
Strawberry Swing
God Put a Smile upon Your Face
Talk
The Hardest Part
Postcards From Far Away
Viva la Vida
Lost!
Speed of Sound
Death Will Never Conquer
I'm A Believer
Politik
Lovers in Japan
Death And All His Friends
The Scientist
Bem, esta lista se repetiu na maior parte dos shows da Viva la Vida Tour 2009. Acredito que seja a base para os shows no Brasil.
Mais um BBB
Em todo início de ano faço a mesma promessa: não vou assistir BBB!
O programa estreou na semana passada e eu havia resistido bravamente até ontem... mas não me contive diante da formação de um paredão. É mais forte que eu, e garanto que é mais forte que muita gente.
Isto significa que, em breve, estarei torcendo por algum participante. E, pior, vou comentar com meus amigos. E, mais grave ainda, vou começar a chorar nas eliminações.
É incrível como este programa nos influencia. Passamos o primeiro trimestre entre férias, carnaval e BBB. Isto acontece há 10 anos!
Enquanto brincava de enquete com o Neto, ele me perguntou: quem ganhou o primeiro BBB? Respondi de bate pronto: Kleber Bambam! Acham que consultei o google? Não!!! Foi a minha memória mesmo!
O programa estreou na semana passada e eu havia resistido bravamente até ontem... mas não me contive diante da formação de um paredão. É mais forte que eu, e garanto que é mais forte que muita gente.
Isto significa que, em breve, estarei torcendo por algum participante. E, pior, vou comentar com meus amigos. E, mais grave ainda, vou começar a chorar nas eliminações.
É incrível como este programa nos influencia. Passamos o primeiro trimestre entre férias, carnaval e BBB. Isto acontece há 10 anos!
Enquanto brincava de enquete com o Neto, ele me perguntou: quem ganhou o primeiro BBB? Respondi de bate pronto: Kleber Bambam! Acham que consultei o google? Não!!! Foi a minha memória mesmo!
10 de jan. de 2010
Engenhoca
Durante os dias em que estive na praia, fizemos uma carninha deliciosa, com alho e azeitonas. Estava mesmo muito boa!
Para amassar o alho e para tirar o caroço da azeitona, utilizamos a mesma engenhoca: o espremedor de alho!
Esta maravilha tem muitas utilidades, dentre elas:
1) espremer alho
2) retirar o caroço da azeitona
3) quebrar cascas de nozes e castanhas
4) descamar camarão
5) abrir garrafas
Como eu não sou, assim, uma exemplar dona de casa, fiquei realmente curiosa. Quem será que inventou este objeto?
Até tentei no google, na wikipedia, nas páginas sobre utensílios culinários... mas não consegui descobrir o histórico deste invento.
Outros objetos intrigantes: espremedor de batatas, saca-rolhas, espremedor de limão, pão-duro, moedor de pimenta.
Posts
Apaguei algumas postagens do Grande Marmota. Fiz isso também com meu perfil do Twitter.
Talvez queira eliminar meu ano de 2009. Ou talvez sinta um momento de renovação.
Talvez queira eliminar meu ano de 2009. Ou talvez sinta um momento de renovação.
30 de dez. de 2009
Le dernier jour
O último dia na empresa. O último dia de convivência intensa com meus colegas de trabalho.
Acordei de ressaca. Entrei no ônibus e no metrô pensando que essa seria a última vez que eu fazia aquele caminho.
Passei o crachá para liberar a porta de entrada. Um ritual que acabou ficando automático.
Fiz meu exame demissional, por uma médica que trabalhou comigo por tanto tempo. Assinei os papéis da demissão com uma amiga, companheira do programa antitabagismo.
Comecei a despedida pelo diretor da área, um cara muito gente boa, sério e compreensivo. Inteligente ao extremo.
Fui passando pelas mesas, abraçando alguns colegas velhos de guerra. Acenei para os menos conhecidos. Peguei minha carteira de trabalho.
Saí para almoçar com alguns colegas que viraram amigos. Achei que essa parte seria a mais triste... mas não foi. A certeza de encontrá-los em happy hours, festas, jantares, casamentos e churrascos me fez esquecer que aquele era o último almoço corporativo.
Na saída do Argentino, despedidas. Abraços calorosos, desejos de feliz ano novo. E Bumão me deixou no metrô.
E então, acabou.
Cheguei em casa 16h. Estava anestesiada. Nem sabia ao certo o que estava sentindo.
Agora sei: é como o fim de um relacionamento onde você sabe que está desgastado, que o amor não existe mais e que será melhor para os dois. Mas, quando você realmente rompe, sente um grande vazio e, por instantes, até pensa se aquela foi a melhor decisão.
Daqui a 10 dias serão outros sentimentos, eu sei. Mas sei que preciso ainda curtir essa 'fossinha'.
Acordei de ressaca. Entrei no ônibus e no metrô pensando que essa seria a última vez que eu fazia aquele caminho.
Passei o crachá para liberar a porta de entrada. Um ritual que acabou ficando automático.
Fiz meu exame demissional, por uma médica que trabalhou comigo por tanto tempo. Assinei os papéis da demissão com uma amiga, companheira do programa antitabagismo.
Comecei a despedida pelo diretor da área, um cara muito gente boa, sério e compreensivo. Inteligente ao extremo.
Fui passando pelas mesas, abraçando alguns colegas velhos de guerra. Acenei para os menos conhecidos. Peguei minha carteira de trabalho.
Saí para almoçar com alguns colegas que viraram amigos. Achei que essa parte seria a mais triste... mas não foi. A certeza de encontrá-los em happy hours, festas, jantares, casamentos e churrascos me fez esquecer que aquele era o último almoço corporativo.
Na saída do Argentino, despedidas. Abraços calorosos, desejos de feliz ano novo. E Bumão me deixou no metrô.
E então, acabou.
Cheguei em casa 16h. Estava anestesiada. Nem sabia ao certo o que estava sentindo.
Agora sei: é como o fim de um relacionamento onde você sabe que está desgastado, que o amor não existe mais e que será melhor para os dois. Mas, quando você realmente rompe, sente um grande vazio e, por instantes, até pensa se aquela foi a melhor decisão.
Daqui a 10 dias serão outros sentimentos, eu sei. Mas sei que preciso ainda curtir essa 'fossinha'.
13 de dez. de 2009
Trilha sonora para correr
Gosto de correr ouvindo música, mas nem sempre é possível ouvir as preferidas de todos os tempos.
O ritmo da música influencia o seu ritmo na corrida. Quando tentei correr ouvindo sertanejo, meu desempenho não foi bom. Em compensação, quando corri ouvindo um bom rock, o passo foi mais rápido.
Dizem que techno e psy são ritmos bons pra corrida. Mas, sinceramente, eu não curto. Então, busquei um repertório que me agradasse, com músicas animadas e com um bom bpm para manter o pique durante a corrida. O principal critério para a escolha foi gostar da música.
Thunderstruck - AC/DC
Living on the Edge - Aerosmith
I gotta feeling - Black Eyed Peas (essa foi fundamental na Samsung 10K)
Viva la vida - Coldplay
Headhunter - Front 242
Standing outside the fire - Garth Brooks
Basketcase - Green Day
Oil and Water - Incubus
Hot and cold - Katty Perry
J't'emmène au vent - Louise Attaque
Mamma mia - Abba
Enter sandman - Metallica
King of the mountain - Midnight Oil
Blue monday - New Order
Smells like teen spirit - Nirvana
Rearview Mirror - versão Pearl Jam
Given to fly - Pearl Jam
Don't stop me now - Queen (essa é a melhor pra correr)
Under pressure - Queen & David Bowie
21st Century - Red Hot Chilli Peppers
Jai Ho - trilha de Slumdog Millionaire
Like a child again - The Mission UK
Last Nite - Strokes
Vertigo - U2
Elevation - U2
O ritmo da música influencia o seu ritmo na corrida. Quando tentei correr ouvindo sertanejo, meu desempenho não foi bom. Em compensação, quando corri ouvindo um bom rock, o passo foi mais rápido.
Dizem que techno e psy são ritmos bons pra corrida. Mas, sinceramente, eu não curto. Então, busquei um repertório que me agradasse, com músicas animadas e com um bom bpm para manter o pique durante a corrida. O principal critério para a escolha foi gostar da música.
Thunderstruck - AC/DC
Living on the Edge - Aerosmith
I gotta feeling - Black Eyed Peas (essa foi fundamental na Samsung 10K)
Viva la vida - Coldplay
Headhunter - Front 242
Standing outside the fire - Garth Brooks
Basketcase - Green Day
Oil and Water - Incubus
Hot and cold - Katty Perry
J't'emmène au vent - Louise Attaque
Mamma mia - Abba
Enter sandman - Metallica
King of the mountain - Midnight Oil
Blue monday - New Order
Smells like teen spirit - Nirvana
Rearview Mirror - versão Pearl Jam
Given to fly - Pearl Jam
Don't stop me now - Queen (essa é a melhor pra correr)
Under pressure - Queen & David Bowie
21st Century - Red Hot Chilli Peppers
Jai Ho - trilha de Slumdog Millionaire
Like a child again - The Mission UK
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